Enquanto o mercado mundial de veículos comerciais estava voltado ao IAA 2018 (Salão de Hannover), a indústria brasileira, bem como o país, continuou gerando novas notícias. Veja quais delas ganharam destaque durante a última semana:

Mercedes-Benz vende 1.500 ambulâncias para o SAMU

Por meio do concessionário Mardisa, a partir de 2019, a marca da estrela vai fornecer 1.500 ambulâncias Sprinter para o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), conforme licitação do Ministério da Saúde.

O anúncio foi feito no maior salão comercial do mundo, o IAA, por Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas e Marketing Vans da Mercedes-Benz do Brasil no IAA 2018.

Veja nossas impressões a bordo da Mercedes-Benz Sprinter

Mercedes-Benz atinge 140 mil caminhões e ônibus exportados em CKD

A Mercedes-Benz do Brasil alcançou a marca de 140 mil veículos em regime CKD – kits de caminhões e ônibus semidesmontados – produzidos na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e exportados para diferentes unidades do Grupo Daimler no mundo.

 

No Brasil, a exportação de veículos semidesmontados teve início na década de 1970, ano em que a Mercedes-Benz enviou mais de 1,8 mil CKDs para diferentes países.

Atualmente, 60% dos CKDs exportados correspondem aos modelos Atego, Atron e Accelo. Enquanto, 40% dos kits são formados por peças de chassis de ônibus rodoviários e urbanos, desde micro-ônibus até articulados.

Idade média da frota é de 12 anos

Dados recentes divulgados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com base no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC) mostram que a idade média da frota dos caminhões em circulação no Brasil continua alta.

Atualmente o País tem uma frota estimada em 1.827.703 veículos de cargas. Desse total, 687.384 unidades, cuja idade média é de 16,3 anos, estão nas mãos de autônomos. Ainda de acordo com a estimativa, 1.116.751 veículos são de empresa, porém a idade média cai para 9,3 anos. Os outros 23.568 veículos estão nas Cooperativas cuja idade média da frota é de 11,7 anos.

Em um País onde o transporte rodoviário de cargas é responsável pela circulação de 60% dos produtos a estatística é perigosa. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), metade dos acidentes registrados  nas estradas federais geralmente envolvem caminhões mais antigos.