Durante evento do CONET (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), ocorrido nesta quarta-feira (3), em Bento Gonçalves (RS), a NTC&Logística divulgou seu estudo anual de desafagem do frete, onde debateu o tema com empresários do setor.

Na edição 2016, o estudo diferenciou a defasagem de acordo com os tipos de carga: fracionada com 9,81% e lotação com 22,9%. Segundo a NTC, a análise dos dados é feita no comparativo dos fretes praticados no mercado e os custos efetivos da atividade, deixando de fora o lucro das empresas.

“Esse ano, procuramos trazer os índices separados porque entendemos que as realidades da carga fracionada para a carga lotação são muito distintas e, com essa nova análise, teremos mais assertividade do que é praticado pelas transportadoras”, afirma Lauro Valdivia, assessor técnico da NTC.

De acordo com o estudo, dois dos principais fatores que contribuem para a defasagem do frente são: acúmulo de defasagens ao longo dos anos e inflação dos insumos que compõem os custos, como o combustível, salário e manutenção dos veículos.