Grupo Volvo, Daimler Truck e Toyota unem forças em célula de combustível

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O Grupo Volvo, a Daimler Truck AG e a Toyota Motor Corporation assinaram um acordo não vinculativo para ampliar a cooperação em célula de combustível. A aliança inclui a entrada da Toyota na joint venture cellcentric, como terceira parceira, com participação igualitária.

O movimento marca a evolução de uma parceria iniciada em abril de 2020. Na época, Volvo e Daimler firmaram um memorando de entendimento para desenvolver a tecnologia em conjunto. Desde então, a cooperação evoluiu. E em 2021, resultou na criação da cellcentric, consolidando uma base industrial e tecnológica voltada ao hidrogênio.

Grupo Volvo, Daimler Truck e Toyota aceleram desenvolvimento, produção e comercialização 

O acordo busca unir competências tendo como meta acelerar o desenvolvimento, a produção e a venda de soluções a hidrogênio para veículos comerciais e aplicações de alta demanda. Com a entrada da Toyota, referência global na tecnologia, a aliança ganha escala e densidade técnica. Além disso, reforça a meta de criar um ecossistema robusto para aplicações pesadas com célula de combustível.

O presidente e CEO do Grupo Volvo, Martin Lundstedt, destacou o entusiasmo com a parceria. Segundo ele, a Toyota ajuda a acelerar e dar escala ao hidrogênio. “É um sinal importante para clientes, fornecedores e o ecossistema”, afirmou. Para o executivo, a transição para emissões zero exige mais colaboração. Por isso, a união entre grandes empresas se torna essencial.

Já a presidente e CEO da Daimler Truck, Karin Rådström, afirmou que a empresa vê com orgulho a entrada da Toyota na Cellcentric. Segundo a executiva, isso fortalece o desenvolvimento da tecnologia. Também amplia o uso do hidrogênio como complemento aos veículos elétricos a bateria.

De acordo com o Grupo Volvo, as três empresas buscam participação igualitária na cellcentric. A joint venture seguirá independente e autônoma visando atender o transporte pesado, aplicações off-road e uso estacionário. Vale destacar que cada empresa continuará competindo em outras áreas. O acordo não é vinculativo. Por fim, as partes negociam um contrato definitivo, sujeito à aprovação dos conselhos e das autoridades.