O mercado brasileiro de caminhões encerrou maio com 8,4 mil unidades emplacadas, resultado 4,6% inferior ao registrado em abril, quando foram licenciados 8,8 mil veículos. Na comparação com maio de 2025, quando o setor alcançou 9,1 vendas, a retração chegou a 7,9%.
Consequentemente, o acumulado dos cinco primeiros meses do ano somou 39,2 caminhões emplacados. Ou seja, volume 15,1% inferior às 46,2 unidades registradas no mesmo período do ano passado.
VEJA TAMBÉM:
Identifique potência, peso e aplicação dos caminhões pelos nomes
Vendas de implementos caem 10% em 2026, mas segmento leve sustenta o mercado
Na estratégia ESG da West Cargo, infraestrutura freia avanços de gás e elétricos
Dessa forma, conforme dados da Anfavea, a desaceleração aparece principalmente nos segmentos de pesados e semipesados. Ou seja, que tradicionalmente concentram a maior parte das vendas do mercado brasileiro.
Produção também desacelera
Nas fábricas, a produção de caminhões totalizou 10,5 mil unidades em maio. O volume representa crescimento de 8,4% sobre abril, quando saíram das linhas de montagem 9,7 mil veículos. Entretanto, na comparação com maio de 2025, a produção caiu 16,7%.

No acumulado de janeiro a maio, a indústria produziu 45,9 mil caminhões, resultado 16,7% inferior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram fabricadas 55,1 mil unidades.
Exportações seguem pressionadas
As exportações também registraram retração. Em maio, o Brasil embarcou cerca de 2,2 mil caminhões. Em outras palavras, o volume está praticamente estável frente a abril (-0,3%). Mas 21,2% inferior ao de maio de 2025. No acumulado do ano, as vendas externas alcançaram 9,2 mil unidades, queda de 15,9%.

















