O mercado brasileiro de veículos comerciais acaba de ganhar um novo competidor. A Farizon entra em campo com operação comercial estruturada no País. Depois de preparar terreno, a marca agora acelera com estoque disponível, pós-venda organizado e clientes já rodando nas ruas.
A virada de chave não acontece por acaso. Desde o início, a empresa desenhou uma estratégia clara. Ou seja, entrar no Brasil com base sólida e foco total no cliente corporativo. Por isso, antes mesmo das primeiras entregas, a operação já contava com logística definida, peças disponíveis e equipe técnica treinada.
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Estrutura pronta antes da largada
Nesse sentido, a Farizon estruturou o pós-venda e garantiu suporte técnico. Só então abriu oficialmente as vendas.
Assim, a operação brasileira roda sob responsabilidade do Grupo Timber, ligado ao Grupo Randon Rodoparaná, que assume importação, comercialização e assistência técnica. Como resultado, a marca já conta com mais de 135 veículos desembarcados e nacionalizados, já prontos para rodar.
Além disso, cerca de 60% desse volume corresponde ao modelo de entrada, a van elétrica V6E, que surge como peça-chave na estratégia da marca.
Portfólio mira logística urbana e eficiência
No centro da ofensiva está a V6E, com preços a partir de R$ 260 mil. A proposta é conquistar operações de e-commerce e distribuição urbana com um argumento difícil de ignorar. Oferecendo até 70% de redução nos custos operacionais frente a modelos a combustão, segundo a marca.

Na sequência, a linha cresce. A Supervan aparece com opções de 7 e 11 m³, partindo de R$ 435 mil. Enquanto os caminhões elétricos H9E, com capacidades de 6 e 8 toneladas, entram no jogo a partir de R$ 450 mil. Ou seja, a marca cobre desde entregas leves até operações urbanas mais robustas.
Primeiros clientes já estão na estrada
Enquanto muitas marcas ainda testam o terreno, a Farizon já colocou seus veículos para trabalhar. As primeiras unidades da V6E circulam em operações reais em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, atendendo grandes empresas.
Além da compra direta, a marca aposta em um modelo flexível. Os clientes podem optar por locação por meio de parceiros, uma alternativa que reduz barreiras de entrada e acelera a adoção da tecnologia elétrica.
Pós-venda como peça-chave do jogo

Se vender é importante, manter rodando é decisivo. Por isso, a estrutura de pós-venda ganhou prioridade máxima. Ainda em 2025, a marca realizou um treinamento técnico internacional no Brasil, reunindo especialistas da China e equipes da América Latina. Hoje, o resultado aparece na prática com equipe capacitada, estoque inicial com mais de mil itens e suporte técnico ativo.
Além disso, a operação inclui oficinas autorizadas em expansão e até uma unidade móvel em São Paulo, pronta para atendimentos rápidos em campo, um diferencial que pesa na rotina de frotistas.
Expansão começa pelo Sul e Sudeste
Neste primeiro momento, a atuação comercial se concentra nas regiões Sul e Sudeste, aproveitando a presença já consolidada do Grupo Timber em cidades estratégicas. Enquanto isso, a Farizon avança com cautela no restante do País, desenvolvendo parceiros e ampliando gradualmente sua rede.
















